"ALGUMAS PESSOAS NASCEM PARA SENTAREM NA BEIRA DO RIO... ALGUMAS SÃO ATINGIDAS POR RAIOS... ALGUMAS TEM OUVIDO PARA MÚSICA... ALGUMAS SÃO ARTISTAS... ALGUMAS NADAM... ALGUMAS ENTENDEM DE BOTÕES... ALGUMAS CONHECEM SHAKESPEARE... ALGUMAS SÃO MÃES... E ALGUMAS PESSOAS... DANÇAM..."

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Às 9:27 PM Por Murillo Jales em ,    1 comentário

A vontade de jogar tudo pro alto e viajar ao redor do mundo, sem medos ou receios, apenas se permitindo viver. A fantasia de realizar sonhos que por muitas vezes são impossíveis ou loucos demais para se sonhar. A explicação que não precisa ser totalmente esclarecedora mas que só precisa ser sucinta. A verdade dita sem preparo, que assusta no começo, entristece no meio, mas que no final, quando tudo passa, aprende-se a aceitá-la. A noite que vem junto com a lua que mesmo sem datas especiais se torna um noite inesquecível para um casal apaixonado. A ciência que não se pode explicar em um olhar de gratidão que é capaz de amolecer qualquer coração de pedra. A juventude que não passa, mesmo com o passar dos anos. O tempo que insiste em ser relativo.

domingo, 19 de junho de 2011

Às 11:03 AM Por Murillo Jales em    Sem comentários
Eis o retrato do ser humano. 

Artista: Raul Seixas
Música: Ouro de tolo



sábado, 21 de maio de 2011

Às 4:48 PM Por Murillo Jales em ,    3 comentários

Que burros nós somos! Verdadeiros ignorantes! Ela nos ama tanto! Porquê será que custamos tanto a percebê-la? Ela passa por nós todos os dias, em cada momento apresenta-se em nossa frente e não conseguimos enxergá-la e principalmente vivê-la. Precisamos de uma vida toda para perceber que não demos o valor suficiente que ela merecia. E como merecia. Tantas atividades, tantos compromissos, tantas necessidades que não podiam esperar, tantas frivolidades as quais consideramos tão essenciais que deixamos ela passar sem atenção alguma.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Às 7:13 AM Por Murillo Jales em ,    1 comentário

Hoje fiz algo que não vinha fazendo há algum tempo. Ao acordar, olhei o céu, a cidade e pude reparar em cada detalhe. Fazia tempo que não parava e refletia no simples fato de existir. Nesses poucos minutos de reflexão entendi que podemos não viver da forma que queremos, mas com certeza, mesmo com tantas adversidades nós aprendemos a sobreviver nesta vida tão cheia de surpresas. E é essa sobrevivência que me deixa perplexo.
Ver na televisão casos de tantas crianças abandonadas por mães completamente destruídas em seu interior, tão abandonadas quanto às crianças noticiadas, revela um sentimento de impotência. Somos impotentes. A sociedade que julga, recrimina e protesta quando casos explodem na mídia é a mesma sociedade omissa, prosmícua em seus ideiais, hipócrita em seus falsos sentimentos de dor. E não precisamos encontrar culpados, basta-nos olhar no espelho todos os dias e veremos um réu condenado.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Às 8:36 AM Por Murillo Jales em    Sem comentários

Existia um garoto que certo dia acordou, olhou ao redor e não reconheceu ninguém. Todos olhavam para ele  e o garoto não entendia muito bem o que estava acontecendo, tudo era estranho. Com o passar dos anos ele se acostumou e acreditou que ali era o seu lugar e acabou ganhando a certeza de que nunca havia estado em outro lugar, senão aquele. Ele conseguiu amar todas aquelas pessoas como se fossem realmente sua família e de fato era. Mas mesmo depois de crescer, longos anos se passarem, o antigo garoto que já podia ser chamado de homem, não conseguia ser feliz.
Ele costumava sair e andar sem um roteiro definido buscando algo que pudesse fazê-lo viver novamente. A morte é um mistério para a maioria das pessoas, todos tentam entender o motivo da partida, a missão deixada para trás, a dor que fica, coisas do ser humano...querer entender algo imcompreensível. Mas aquele homem sentia-se morto e entendia bem o significado da morte.